Descoberta técnica
Semana 1 a 3
Levantamos requisitos, restrições de hardware e metas de segurança. Saímos com um escopo escrito e um plano de testes.
Seis frentes de trabalho, um único time. Assumimos o software desde a unidade de controle dentro do veículo até o painel que a operação usa para decidir.
Firmware para ECUs, sistemas de tempo real e camadas de controle de módulos críticos. Trabalhamos com C e C++ embarcado, RTOS e integração direta com o hardware do fornecedor, sempre com testes de bancada acompanhando o desenvolvimento.
Coleta de sinais no veículo, transmissão eficiente e processamento em escala. Entregamos painéis que transformam milhares de leituras por segundo em indicadores que a operação consegue ler e sobre os quais consegue agir.
Arquiteturas de OTA para atualizar firmware e configuração sem imobilizar a frota. Cuidamos do diagnóstico à distância e da segurança das redes CAN, LIN e Ethernet automotiva, com atenção à integridade de cada pacote.
Fusão de sensores, visão computacional e a lógica dos recursos de assistência ao motorista. Validamos cada função em simulação e em pista antes de qualquer liberação, porque aqui um erro tem consequência física.
Controle de powertrain elétrico e híbrido, sistemas de gerenciamento de bateria (BMS) e estratégias de eficiência energética. Trabalhamos a saúde da célula ao longo do tempo, não apenas o desempenho no primeiro dia.
Documentação, rastreabilidade e testes preparados para o processo regulatório. Organizamos o material conforme as exigências do Contran, do Inmetro e a orientação da norma ISO 26262 de segurança funcional.
Como conduzimos
Semana 1 a 3
Levantamos requisitos, restrições de hardware e metas de segurança. Saímos com um escopo escrito e um plano de testes.
Fase inicial
Validamos a hipótese mais arriscada primeiro, em bancada, antes de comprometer o cronograma inteiro.
Ciclos curtos
Entregas frequentes, cada uma ligada a requisito e teste. Você acompanha o que roda, não apenas o que foi prometido.
Fechamento
Testes em pista, documentação de homologação e transferência de conhecimento para o time interno do cliente.
Perguntas frequentes
Não. Atendemos montadoras, fornecedores de autopeças e operadores de frota. O ponto em comum é a necessidade de software confiável rodando dentro do veículo ou conectado a ele — o porte da empresa importa menos que a clareza do problema.
Começa com uma descoberta técnica de poucas semanas, em que escrevemos o escopo e o plano de testes. Depois validamos a parte mais arriscada em bancada, seguimos em ciclos curtos de desenvolvimento e terminamos com validação em pista e documentação pronta para homologação.
O valor depende do escopo, e fechamos por projeto ou por dedicação mensal. Frente a formar uma equipe própria, você ganha tempo: entra um time que já domina firmware, telemetria e homologação, sem o ciclo de contratação e a curva de aprendizado. Enviamos uma estimativa depois da descoberta técnica.
Sim. Nossa base fica em São Paulo, na região da Berrini, e mantemos centros de engenharia em outras praças. Boa parte do trabalho é remota, com visitas presenciais nas fases de bancada, integração e testes em pista.
Tratamos proteção de dados como parte da arquitetura, não como um adendo. Seguimos a LGPD (Lei 13.709/2018) no manuseio de qualquer informação pessoal e aplicamos boas práticas de segurança nas redes veiculares e nos canais de atualização remota.
Na maioria dos casos, sim. Mapeamos os sistemas legados na descoberta técnica e definimos os pontos de integração antes de escrever código. Preferimos conviver com o que já funciona a propor troca desnecessária.
Assinamos. É comum começarmos qualquer conversa técnica por um termo de confidencialidade, e a propriedade intelectual do que desenvolvemos fica definida em contrato desde o início.
Descreva o desafio de engenharia. Devolvemos uma leitura clara do caminho técnico, do prazo e do que faz sentido validar primeiro.